quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Tear


Certo, certo, não sei. Talvez mais para o incerto...
"Isto é como o tempo! Incerto!" pesquei num café, entre uma imperial e uns tremoços salgados, numa meia tarde.
É incerta, ... mas desenrolo o novelo, e a coisa flui, não se perdeu.
Não há nós, e complicações. Não há sebo, para a coisa escorregar...
O tear recomeça a fiar, a tender, a tecer, ... lentamente.

Sem comentários: