quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Pais como nós ...

E que faço eu, ... aguardo, ... carrego nos olhos lágrimas, prontas a sair, ... e espero!
Se o crer curasse ... mas nem as palavras, atingem o seu verdadeiro sentido: reconfortam, pedem, pensam, agem, acalentam ... mas o cingir, o aliviar de uma dor ... não!
Um passar a mão pelo rosto enfermo, e arrastar comigo, toda a maleita, ... transformar um silêncio, num rasgado sorriso ... um abraço de impotência, num vigoroso salto de alegria ... é o meu querer.
O conforto que planto, aos amigos ... nós estamos aqui!
Abraço os meus filhotes, o maior tesouro de todos, ... e choro o agradecimento, ... pelos momentos que me oferecem e me transformam em homem, amigo e pai, ...
E pelo dúbio, imponderável que eu sou, ...  choro, ... a vida é uma alegria, apesar "disto e daquilo" por que passamos.

2 comentários:

Paulo disse...

Escrito por um amigo..... sobre a vida...mantem as tuas palavras sempre tão cheias de significado.

Nilson Barcelli disse...

Os filhos são mesmo o maior tesouro de todos.
Magnífico, gostei imenso das tuas palavras carregadas de sensibilidade.
Abraço.