Combinamos encontrar-nos às 22:30, à porta ... uma noite clara, morna para fresca, uma lua cheia calma, e uma mão cheia de estrelas, ...
"Olá! Companheiros! Vamos entrar?" disse encaminhando-nos para a entrada ... saiu do automóvel, e cumprimentou-nos um a um, ... o abraço prolongou-se como quem quer despejar uma eterna tristeza e mágoa, ... como quem não aguenta mais, ... abracei-o, recebendo a sua preocupação, ... "Subam! Vamos beber algo!"... e a data é merecedora, apesar de tudo...
Pôs-nos a par de tudo, ... e cada um de nós percebeu a gravidade, ... mas no entanto, cada um deu a sua força, apoio, encosto de ombro, ... as mensagens continuavam a chover, ... intercalava as suas dúvidas, com o chat, sms, email, contando os apoios e positivismo que jorrava, ...
Senti de um pai para outro, ... a emoção inundou-me o olhar; eu sei que sou lamechas, coração de manteiga, ... mas ver um amigo preocupado com a filhota, que aguarda por sorrisos na sua camita do pediátrico, ... sim sou um emotivo, ... o meu amigo chora, ... e nós tentamos concentrar toda a energia do mundo, para um possível salto espaço-temporal, onde todo este tormento já tenha terminado, ...
... eu continuo a sorrir, com a lágrima ao cantinho, mas é preciso animar ... por isso sorrio, ... é o que é preciso agora ...
terça-feira, 29 de junho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
LEGO, logo existo.
Fim-de-semana, ... recatadamente penso que o descanso é merecido.
"O Pépé ligou! Convidou-nos para uma visita ... vamos?" sorrindo, desejando que todos fossemos á dita visita ... "Vamos! E especialmente eles irão adorar!" pedindo o goloso para o desejoso ...
Marcamos horas, ... e seguimos, ... arregalados.
Uma das cidades dos templários, ... a exposição que aguarda por nós e mais alguns.
Ao entrar, o som estridente da excitação, ... tenho que me conter, ...
AAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Milhares, milhões de peças encaixadas, ... ppppppppfffffffffffff! Minutos e horas de paciência ... Acho que vou ali rapidamente retroceder até á tenra idade da infância, para ter a possibilidade de tocar com a inocência de uma criança, naquele Santo Graal .
LEGO´s e LEGO´s, ... estou a disfarçar, quase a rebentar pelas costuras, ... cidades, comboios, viaturas, quintas, explorações, cenas de filmes, o épico Star Wars, engenhos, barcos, aviões, ... é melhor abrandar mesmo, antes que expluda as orbitas oculares, com tanto fascínio ...
Morosamente olho para cada promenor ... os míúdos acompanham-me de cidade em cidade, ... giramos as cabeças, seguindo o curso das composições, que imitam o tráfego real ... já sei o que desejar ao Pai Natal, ... umas construções de LEGO´s, ... definitivamente!
"O Pépé ligou! Convidou-nos para uma visita ... vamos?" sorrindo, desejando que todos fossemos á dita visita ... "Vamos! E especialmente eles irão adorar!" pedindo o goloso para o desejoso ...
Marcamos horas, ... e seguimos, ... arregalados.
Uma das cidades dos templários, ... a exposição que aguarda por nós e mais alguns.
Ao entrar, o som estridente da excitação, ... tenho que me conter, ...
AAAAAAAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Milhares, milhões de peças encaixadas, ... ppppppppfffffffffffff! Minutos e horas de paciência ... Acho que vou ali rapidamente retroceder até á tenra idade da infância, para ter a possibilidade de tocar com a inocência de uma criança, naquele Santo Graal .
LEGO´s e LEGO´s, ... estou a disfarçar, quase a rebentar pelas costuras, ... cidades, comboios, viaturas, quintas, explorações, cenas de filmes, o épico Star Wars, engenhos, barcos, aviões, ... é melhor abrandar mesmo, antes que expluda as orbitas oculares, com tanto fascínio ...
Morosamente olho para cada promenor ... os míúdos acompanham-me de cidade em cidade, ... giramos as cabeças, seguindo o curso das composições, que imitam o tráfego real ... já sei o que desejar ao Pai Natal, ... umas construções de LEGO´s, ... definitivamente!
terça-feira, 15 de junho de 2010
A namorada do filhote
O som do telemóvel, tocou a sua melodia, ... "You´ve got the love"...
"È a amiga ...!" disse a filhota que o trazia, passando-me a responsabilidade ...
"Olá!" cumprimentei de hábito sorrindo, ... mas a reacção não foi a mesma ... do outro lado suou a silêncio, e não a carismática alegria de sempre ...
"Olá! ... Olha, ... tenho uma notícia ... um tanto ou quanto, ... difícil e triste!" disse-me quase ouvindo os seus olhos cristalinos e humedecidos...
"Então amiga! Que me contas?" ... e o silêncio voltou, sentindo que havia um ginasticar de palavras mais apropriadas, para me comunicar algo que não ferisse ou chocasse ...
"É a filhota do Animal! Está doentita!" disse-me, ponderando a gravidade da continuidade da conversação...
"Não entendo! O que tem ela?" impacientemente estagnado junto á mesa da cozinha, olhando fixamente para a esposa ...
"O Animal ainda não sabe! Andam numa lufa-lufa, daqui para ali, ... por causa duma maleita que surgiu á filhota!" contou-me pausadamente entorpecida pela tristeza ...
... desmoronei... os olhos carregaram toda a tisteza, ... escondi o meu olhar á esposa, com a palma da mão, ... segurei a queda de todas as suas alegrias, ... e coloquei o questionar do como é possível isto acontecer?, á voz da amiga que continuava a explicar-me o sucedido, ... passei o telemóvel á esposa, ... não aguentei, ...
(...)
Acobardei-me, ... não consigo dizer, nem soletrar sequer, numa mensagem de apoio ao Animal e esposa, ... vemo-nos quando conseguimos consiliar as nossas vidas pessoais e profissionais, ... mas estamos sempre que cada um necessita, ... é literalmente mais um irmão e irmã, ... os filhotes convivem todos, sentido o seu peso como segunda geração, ... um pequeno grupo que se mantêm unido desde a escola, ... já lá vai quase duas décadas, ... uma autêntica família.
Por convívio e pelo á vontade, casamos os filhos, ...
A minha futura nora ... simples e simpática, conversadora e carinhosa, ...
"Animal! Estou enrrascado! O Que achas?" ... ele, instruído, calmo, e dizer na cara o que é, ... ajuda sempre, ... seja meio-dia, seja dia e meio de lavoura ... a esposa segue-lhe os passos...
... ainda estou triste, ... a namorada do meu filhote, não está bem, ...
(...)
Desculpem amigos, ... não consigo ajudar... só falar, ... espero que passe tudo ao lado, por confortar, e acreditar que o sorriso está ali... nós temo-lo connosco, e continua a sorrir...
Retiro um exemplo deles, ... de rastos, sem palavras, triste ... mas mantenho o sorriso
"È a amiga ...!" disse a filhota que o trazia, passando-me a responsabilidade ...
"Olá!" cumprimentei de hábito sorrindo, ... mas a reacção não foi a mesma ... do outro lado suou a silêncio, e não a carismática alegria de sempre ...
"Olá! ... Olha, ... tenho uma notícia ... um tanto ou quanto, ... difícil e triste!" disse-me quase ouvindo os seus olhos cristalinos e humedecidos...
"Então amiga! Que me contas?" ... e o silêncio voltou, sentindo que havia um ginasticar de palavras mais apropriadas, para me comunicar algo que não ferisse ou chocasse ...
"É a filhota do Animal! Está doentita!" disse-me, ponderando a gravidade da continuidade da conversação...
"Não entendo! O que tem ela?" impacientemente estagnado junto á mesa da cozinha, olhando fixamente para a esposa ...
"O Animal ainda não sabe! Andam numa lufa-lufa, daqui para ali, ... por causa duma maleita que surgiu á filhota!" contou-me pausadamente entorpecida pela tristeza ...
... desmoronei... os olhos carregaram toda a tisteza, ... escondi o meu olhar á esposa, com a palma da mão, ... segurei a queda de todas as suas alegrias, ... e coloquei o questionar do como é possível isto acontecer?, á voz da amiga que continuava a explicar-me o sucedido, ... passei o telemóvel á esposa, ... não aguentei, ...
(...)
Acobardei-me, ... não consigo dizer, nem soletrar sequer, numa mensagem de apoio ao Animal e esposa, ... vemo-nos quando conseguimos consiliar as nossas vidas pessoais e profissionais, ... mas estamos sempre que cada um necessita, ... é literalmente mais um irmão e irmã, ... os filhotes convivem todos, sentido o seu peso como segunda geração, ... um pequeno grupo que se mantêm unido desde a escola, ... já lá vai quase duas décadas, ... uma autêntica família.
Por convívio e pelo á vontade, casamos os filhos, ...
A minha futura nora ... simples e simpática, conversadora e carinhosa, ...
"Animal! Estou enrrascado! O Que achas?" ... ele, instruído, calmo, e dizer na cara o que é, ... ajuda sempre, ... seja meio-dia, seja dia e meio de lavoura ... a esposa segue-lhe os passos...
... ainda estou triste, ... a namorada do meu filhote, não está bem, ...
(...)
Desculpem amigos, ... não consigo ajudar... só falar, ... espero que passe tudo ao lado, por confortar, e acreditar que o sorriso está ali... nós temo-lo connosco, e continua a sorrir...
Retiro um exemplo deles, ... de rastos, sem palavras, triste ... mas mantenho o sorriso
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Desarborização amazónica
Sábado! O dia do descanso, da casa, ... que isto de não ter condomínio, obriga-nos a pegar na enchada, escovão, mangueira, carro de mão, fouce, ... enfim dobrar o coirão, ou vergar a mola. Tarefa de hoje, ... engalanar o jardim das traseiras da casa, com uma sugestão zen. "Vamos colocar aqui o alguidar, a meio termo: meia sombra, meio abrigado da brisa, ... as espreguiçadeiras ali, o chapeu acolá, e os seixos do rio aqui á volta, assim não há lixo, nem folhas de árvores, nem bichos a infestar a água." ouvindo a esposa e concordando com o projecto apresentado... comprei a tela, apanhei pedras de diversos calibres, preparei as luvas e os utensílios de bricolage, ... "Mas primeiro lavamos a cara, depois há tempo para o cabelo!"
Entendi! Primero o jardim á frente da casa, depois o futuro espaço zen. A esposa transbordava de genica; a tarefa prometia ser árdua... o capim e a flora existente, fazia inveja de longe, ao pulmão da terra. Lembro-me do professor de história do 8º ano, comentar a difícil tarefa que os bandeirantes tiveram, para rasgar caminho pela virgem floresta amazónica. "O que temos para desbastar e pôr cobro a este matagal?" perguntou a esposa, vestindo a t-shirt ...
Ora deixa cá ver, ... catana, não tenho, ... uma enchada, um foução, um corta-sebes, ... "Vou a casa da minha mãe, pedir o corta relvas!" sugere a esposa, agarrando no carro...
A hora do calor aperta, ... a sede acompanha-o, ... vejo as ervas altas a mexer, e um esforçoso motor ao longe que vai abatendo esta densa floresta, ... "Está cheio!" corro para a esposa, pelo meio do trigal, milheiral, ou feijoal, ou o que seja, para ir despejar o cesto do corta relvas, ... repito por mais, ... 7, 10, 12, 99, perdi o conto, ... talvez infinitas vezes, ... perdi mesmo o conto, e as pernas indicam mesmo, infinitas vezes.
"Só falta mesmo, lavar o passeio e está feito!" deixando a máquina devastadora, agora calma e surda, ...
Mangueira, vassourão, pá, ... e toca de escovar, todas as pedrinhas da calçada, arrancar todas as ervas danadas e daninhas, que esburacam o passeio, e apanhar todo o lixo ... eu com securas, e o anseio da desgraçadinha duma água fresca da Leça do Balio que andesse por aí perdida, ... mas nem sombras, nem viva alma, e o vento está de Ourém, não se ouve aqui ninguém.
"Vou dar banho aos miúdos!" dirigindo-se para casa, com o filhote pela mão, ... entendi, ... acabou; finalmente acabou, ... pffffff
Guardo todos os utensílios da desflorestação e limpeza, ... não reconheço a casa! Definitivamente a esposa tinha razão, ... "...parece que regressamos, e estamos a deixar a casa nos trinques!"
Já me arrasto, ... vou tomar um belo de um banho quente, e também fazer a barba, ... e saciar o coirão, com uma mine, ... no espaço zen. Raios! Tem que ficar para a próxima!
"Próximo passo: montar o alguidar, e lavar todos os anexos!" dizia-me enquanto secava os filhotes ...
Estou feito, com os Sábados ...
Entendi! Primero o jardim á frente da casa, depois o futuro espaço zen. A esposa transbordava de genica; a tarefa prometia ser árdua... o capim e a flora existente, fazia inveja de longe, ao pulmão da terra. Lembro-me do professor de história do 8º ano, comentar a difícil tarefa que os bandeirantes tiveram, para rasgar caminho pela virgem floresta amazónica. "O que temos para desbastar e pôr cobro a este matagal?" perguntou a esposa, vestindo a t-shirt ...
Ora deixa cá ver, ... catana, não tenho, ... uma enchada, um foução, um corta-sebes, ... "Vou a casa da minha mãe, pedir o corta relvas!" sugere a esposa, agarrando no carro...
A hora do calor aperta, ... a sede acompanha-o, ... vejo as ervas altas a mexer, e um esforçoso motor ao longe que vai abatendo esta densa floresta, ... "Está cheio!" corro para a esposa, pelo meio do trigal, milheiral, ou feijoal, ou o que seja, para ir despejar o cesto do corta relvas, ... repito por mais, ... 7, 10, 12, 99, perdi o conto, ... talvez infinitas vezes, ... perdi mesmo o conto, e as pernas indicam mesmo, infinitas vezes.
"Só falta mesmo, lavar o passeio e está feito!" deixando a máquina devastadora, agora calma e surda, ...
Mangueira, vassourão, pá, ... e toca de escovar, todas as pedrinhas da calçada, arrancar todas as ervas danadas e daninhas, que esburacam o passeio, e apanhar todo o lixo ... eu com securas, e o anseio da desgraçadinha duma água fresca da Leça do Balio que andesse por aí perdida, ... mas nem sombras, nem viva alma, e o vento está de Ourém, não se ouve aqui ninguém.
"Vou dar banho aos miúdos!" dirigindo-se para casa, com o filhote pela mão, ... entendi, ... acabou; finalmente acabou, ... pffffff
Guardo todos os utensílios da desflorestação e limpeza, ... não reconheço a casa! Definitivamente a esposa tinha razão, ... "...parece que regressamos, e estamos a deixar a casa nos trinques!"
Já me arrasto, ... vou tomar um belo de um banho quente, e também fazer a barba, ... e saciar o coirão, com uma mine, ... no espaço zen. Raios! Tem que ficar para a próxima!
"Próximo passo: montar o alguidar, e lavar todos os anexos!" dizia-me enquanto secava os filhotes ...
Estou feito, com os Sábados ...
sábado, 12 de junho de 2010
Um evento ... IV
A vista sobre as quatro colinas, ... ao fundo, em alaranjado, o castelo rústico e vigilante, ...
"Mesa para quatro!" indicando para o canto mais recôndito...
Ela, de vestido curto preto, sapato a condizer, e lenço arrepanhado ao pescoço, numa toilette para um jantar de sossego, ... "muito soft", recatada ...
Os filhotes, desportivos nos seus jeans, sweat, e sapatilhas de quem não liga a protocolos, mas sim ao que precisam neste momento: brincadeira.
Eu, ... normal, mas a condizer com a esposa, porque um cavalheiro, acompanha a sua dama, nas ocasiões e na toilette.
Jantamos os quatro, ... os filhotes acompanham-nos: dois Muscatel para aperitivo; uma entrada empratada de vários pequenos petiscos; um prato de carne, com arroz de pinhões e sultanas; um alentejano sóbrio, macerado, e ténue a degustar; e a sobremesa, de uma bola de gelado, envolvida em molho de chocolate, com uma taça de morangos, ...
Um ultimo pairar sobre a cidade, que inicia a sua vida nocturna, ...
Chegamos a casa, ... a cama king size aguarda por nós, ... "Hoje, vamos os quatro para a minha cama! Pode ser?" comenta a esposa, ... e num estalar de dedos, todos estamos de pijamas,...
Agradeço mais uma vez, todos estes dias que passaram, ... tudo começa a bocejar, ... coloco cada um na sua cama com um beijo na testa, ...
... Parabéns pelos dezoito anos, ...
"Mesa para quatro!" indicando para o canto mais recôndito...
Ela, de vestido curto preto, sapato a condizer, e lenço arrepanhado ao pescoço, numa toilette para um jantar de sossego, ... "muito soft", recatada ...
Os filhotes, desportivos nos seus jeans, sweat, e sapatilhas de quem não liga a protocolos, mas sim ao que precisam neste momento: brincadeira.
Eu, ... normal, mas a condizer com a esposa, porque um cavalheiro, acompanha a sua dama, nas ocasiões e na toilette.
Jantamos os quatro, ... os filhotes acompanham-nos: dois Muscatel para aperitivo; uma entrada empratada de vários pequenos petiscos; um prato de carne, com arroz de pinhões e sultanas; um alentejano sóbrio, macerado, e ténue a degustar; e a sobremesa, de uma bola de gelado, envolvida em molho de chocolate, com uma taça de morangos, ...
Um ultimo pairar sobre a cidade, que inicia a sua vida nocturna, ...
Chegamos a casa, ... a cama king size aguarda por nós, ... "Hoje, vamos os quatro para a minha cama! Pode ser?" comenta a esposa, ... e num estalar de dedos, todos estamos de pijamas,...
Agradeço mais uma vez, todos estes dias que passaram, ... tudo começa a bocejar, ... coloco cada um na sua cama com um beijo na testa, ...
... Parabéns pelos dezoito anos, ...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Um evento ... III
Abro a página das redes sociais, ... ao lado o telemóvel pisca o sinal de SMS efusivamente, ... uma série de comentários e felicitações para este dia, ... talvez deva responder um a um, ... é minha obrigação, ...
Cada mensagem, ...
cada olhar que conheço; ...
conheço cada um; ...
e de simples que sou, vos digo, ...
com um abraço do canto de cá, ...
obrigado a cada amigo, ...
obrigado a cada um.
"Gostastes?" pergunta a esposa... se gostei?...
Em especial, ... aos filhotes e á esposa, ... que não lhes pedi nem o tudo, nem o pouco, ... só o nada! Serem como são, ... já é a minha alegria, e viver, ... obrigado!
Cada mensagem, ...
cada olhar que conheço; ...
conheço cada um; ...
e de simples que sou, vos digo, ...
com um abraço do canto de cá, ...
obrigado a cada amigo, ...
obrigado a cada um.
"Gostastes?" pergunta a esposa... se gostei?...
Em especial, ... aos filhotes e á esposa, ... que não lhes pedi nem o tudo, nem o pouco, ... só o nada! Serem como são, ... já é a minha alegria, e viver, ... obrigado!
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