Os dilúvios, fazem destas coisas: constipação, maleitas da época, erosão e pinheiros para o chão, … é verdade, … uma linda falca de bica verde caída, ali no caminho, mesmo a dizer "levem-me levem-me". Fiquei surpreso confesso, mas infelizmente, também me calhou a desobstruir a serventia, … mas não vou culpar o governo, nem o proprietário do terreno, que basicamente é o estado, pois acabei por remover o bem caído, e aproveitei-me dele, … já arde e tudo. Foi trabalhoso, deu para aquecer a remover, vai aquecer para rasgar, e vai aquecer no recuperador, … maravilha. Ainda mandei admoestar o bem, mas como ninguém compareceu para o resgatar, … temos pena, mas podia ganhar bolor, e sobretudo pernas, … e ainda por cima alguém poderia ficar sentido, por ele me lesar, … então por conta e risco, e claro está pela ausência do dono, usurpei o bem. Peço desculpa aos outros contribuintes desta nação, mas outros contribuintes também vão usufruir do calorzinho deste bem … é a vida desta nação, e da maleita do tempo.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A canzaria passa e o sono vai
Não sei o que se passa com a canzaria. Penso estar no meio duma conspiração para o “não deixar dormir”. O cão da vizinha berra desalmadamente, como se não houvesse amanhã; berra, porque aluado certamente não deve ser, que a lua cheia nem de perto nem de longe. Já me lembrei de ir ter com ele e questioná-lo sobre os seus problemas, … também ponderei atirar o livro pela janela, que tenho á mezinha de cabeceira, mas o José Rodrigues dos Santos não tem culpa no cartório, e ainda por cima sei que ficaria sem livro e desfeito; e como já tive a má experiência de passar na bike, numa subida, exausto, junto a um cão que come papo-secos, achei por bem ficar debaixo das mantas, e percorrer um zapping de canais.
A juntar ao ramalhete, a gata Kitty, anda ás turras com um dos namorados; é berros, é ai Jesus, é rosnares, … já tinha reparado que ela andava muito oferecida; é o que dá ser nova, solteira e desinibida sem relação assumida. Já lhe conheci três ou quatro felinos, que foram lá usurpar uma ração ao prato dela. Aqueles olhos azuis é que estragam tudo, “e os olhos em bico” … diz a filhota.
Há também um galo, que a meu ver deve de andar numa fase de alucinações; ao ligar a luz do meu wc, para ir dar vazão á força da natureza, julga ver o nascer esplendoroso do sol, e cacareja de peito inchado, despertando todos os habitantes deste modesto planeta. Mais alguns dias de vida, e entretanto fica apto para uma boa cabidela.
Ainda tenho as pegas, essas ladras, que depois do padeiro, sorrateiramente me roubam o pão da saca; e eu ainda tive o desplante de pedir justificações ao padeiro, por supostamente não ter deixado o pão na saca, mais valia ter ficado calado …
É a conspiração total, … “anda mas é tudo possuído” diz um primo.
A juntar ao ramalhete, a gata Kitty, anda ás turras com um dos namorados; é berros, é ai Jesus, é rosnares, … já tinha reparado que ela andava muito oferecida; é o que dá ser nova, solteira e desinibida sem relação assumida. Já lhe conheci três ou quatro felinos, que foram lá usurpar uma ração ao prato dela. Aqueles olhos azuis é que estragam tudo, “e os olhos em bico” … diz a filhota.
Há também um galo, que a meu ver deve de andar numa fase de alucinações; ao ligar a luz do meu wc, para ir dar vazão á força da natureza, julga ver o nascer esplendoroso do sol, e cacareja de peito inchado, despertando todos os habitantes deste modesto planeta. Mais alguns dias de vida, e entretanto fica apto para uma boa cabidela.
Ainda tenho as pegas, essas ladras, que depois do padeiro, sorrateiramente me roubam o pão da saca; e eu ainda tive o desplante de pedir justificações ao padeiro, por supostamente não ter deixado o pão na saca, mais valia ter ficado calado …
É a conspiração total, … “anda mas é tudo possuído” diz um primo.
Dilúvio ...
Vou abrir o ralo, que esta chuva já me chega aos calcanhares, … arrefecem-me os pés “e depois diz que tens tosse” diz o pai. Penso que já chega, … a terra está lavadinha; … já calhava bem uma flor aqui e outra ali, … uma toalha no chão, … uma árvore grandiosa com a sua sombra majestosa, … um pic-nic, e um verde prado com luzernas amarelas a espreguiçar, … definitivamente espero que o ralo se abra. O nariz já pinga…
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Morcelada
Há sempre a tradição do dito do dote culinário, que passa de geração em geração. Após a matança do porco, aliás corrijo, da porca ou marrã (vulgo), surge o banquete, com alguns petiscos que se fazem artesanalmente nesta altura: morcela de arroz, morcela de massa, bucho, fritada e chouriças. Pela boca dos tios e dos pais, conta que se fazia esta jantarada, para aproveitar as partes que não se podiam conservar mais tempo: as tripas, a carne fraca e o osso do peito. “Só havia a salgadeira e o defumadouro da chaminé. Não havia frigoríficos. … A carne gorda magra, pesunhos, orelhas e as carnes boas, guardavam-se na salga; as tripas grossas e o véu para as morcelas; as tripas miúdas para chouriças, que iam ao defumadouro com os presuntos; a carne gorda alta para fazer torresmos e banha”… tudo bem aproveitadinho rapidamente, para não se estragar. “Só se matava uma vez por ano … e maior parte das vezes marrãs, porque a carne é tenra e não tem cheiro, a não ser que esteja de maré, ou aluada, porque nessa altura nem os cães lhe pegam, eh eh eh eh! … a carne do macho, se for de salto e velho cheira a barrasco ou a bedum, e é rija como os cornos“ … ok percebi.
Ao olhar para o desmanchador, recordei as andanças da vizinhança na matança: a azafama do combinar para a madrugada, por causa das moscas; matar o porco; chamusca-lo com carqueijas; raspá-lo com uma telha de canudo; escaldar a língua, focinheira e orelhas; pendurá-lo no chambaril e amanhar, para deixar a carne arrefecer, ficar seca e limpa; as mulheres lavam e ripam as tripas com vime, sal, limão e laranja, para tirar o farum; e no dia seguinte de madrugada, desmanchar, e preparar a jantarada. Tudo procedimentos, que nós na altura miúdos, emproados e despertos, assistíamos …
As mulheres á parte, preparam o recheio das morcelas, misturando no alguidar de vidro, sangue, alho, carne do véu, e especiarias diversas, com o arroz ou com a farinha; cortam a carne para as chouriças, misturando-a com colorau, vinho, alho, louro e um repouso de três dias; num tacho de barro, amiúda-se o coração, a cachola, o osso do peito, e um pouco de bofe, e leva-se ao lume com vinho, alho, colorau e louro; á lareira, junto á tachada ou fritada que coze lentamente, ferve o panelão para cozer as morcelas … “vamos lá ver se elas não se despem!” … o forno aproveitou o calor da fogueira para ser aquecido “tem que se tender o pão e a broa; não deixem destemperar o forno; se ele descai comemos o pão e a broa enqueijada!” … mais uma braçada de lenha: o lar ruboriza, e as paredes de preto que estavam, começam a desmaiar para o branco do calor que se acumula, … as tendeiras descansam junto ao lume, para a massa crescer … um monte de lenha verde, aguarda pela sua vez para defumar as chouriças e o presunto. A salgadeira começa a encher, entre camadas de sal grosso, e camadas de carne, … Numa taça, prepara-se uma massa com alho, colorau, pimenta branca, banha, louro e sal, e barra-se o presunto para se pôr a curar no defumadouro da chaminé …
Depois de tudo limpo e arrecadado, chamam-se os homens, para a bucha: prova-se a morcela, para ver se está salgada; enserta-se a broa quente e prova-se a fritada, que continua a cozer as miudezas; e agora que o tempo é muito, num tacho põem-se a carne gorda para fazer torresmos e banha, e ao lado prepara-se uma sopa rica de legumes, com a carne da cabeça … e finalmente cai a noite para a janta da família, …
Hoje, alguns procedimentos alteraram-se: “ já não se abusa nos temperos, por causa do colesterol” diz a tia … “carrega-se no botão, e sai logo tudo feito!” diz o pai … e hoje vejo que o sabor, é mesmo sem sabor, … falta mesmo uma pitada do outrora … bem que me sentia desensalado nestes repastos, … O primo trouxe uma pinga do Dão, do rol do gado caprino, “Cabriz”, tinto, rubi e leve, acabou por assentar que nem uma luva, … mas que belo convívio.
Ao olhar para o desmanchador, recordei as andanças da vizinhança na matança: a azafama do combinar para a madrugada, por causa das moscas; matar o porco; chamusca-lo com carqueijas; raspá-lo com uma telha de canudo; escaldar a língua, focinheira e orelhas; pendurá-lo no chambaril e amanhar, para deixar a carne arrefecer, ficar seca e limpa; as mulheres lavam e ripam as tripas com vime, sal, limão e laranja, para tirar o farum; e no dia seguinte de madrugada, desmanchar, e preparar a jantarada. Tudo procedimentos, que nós na altura miúdos, emproados e despertos, assistíamos …
As mulheres á parte, preparam o recheio das morcelas, misturando no alguidar de vidro, sangue, alho, carne do véu, e especiarias diversas, com o arroz ou com a farinha; cortam a carne para as chouriças, misturando-a com colorau, vinho, alho, louro e um repouso de três dias; num tacho de barro, amiúda-se o coração, a cachola, o osso do peito, e um pouco de bofe, e leva-se ao lume com vinho, alho, colorau e louro; á lareira, junto á tachada ou fritada que coze lentamente, ferve o panelão para cozer as morcelas … “vamos lá ver se elas não se despem!” … o forno aproveitou o calor da fogueira para ser aquecido “tem que se tender o pão e a broa; não deixem destemperar o forno; se ele descai comemos o pão e a broa enqueijada!” … mais uma braçada de lenha: o lar ruboriza, e as paredes de preto que estavam, começam a desmaiar para o branco do calor que se acumula, … as tendeiras descansam junto ao lume, para a massa crescer … um monte de lenha verde, aguarda pela sua vez para defumar as chouriças e o presunto. A salgadeira começa a encher, entre camadas de sal grosso, e camadas de carne, … Numa taça, prepara-se uma massa com alho, colorau, pimenta branca, banha, louro e sal, e barra-se o presunto para se pôr a curar no defumadouro da chaminé …
Depois de tudo limpo e arrecadado, chamam-se os homens, para a bucha: prova-se a morcela, para ver se está salgada; enserta-se a broa quente e prova-se a fritada, que continua a cozer as miudezas; e agora que o tempo é muito, num tacho põem-se a carne gorda para fazer torresmos e banha, e ao lado prepara-se uma sopa rica de legumes, com a carne da cabeça … e finalmente cai a noite para a janta da família, …
Hoje, alguns procedimentos alteraram-se: “ já não se abusa nos temperos, por causa do colesterol” diz a tia … “carrega-se no botão, e sai logo tudo feito!” diz o pai … e hoje vejo que o sabor, é mesmo sem sabor, … falta mesmo uma pitada do outrora … bem que me sentia desensalado nestes repastos, … O primo trouxe uma pinga do Dão, do rol do gado caprino, “Cabriz”, tinto, rubi e leve, acabou por assentar que nem uma luva, … mas que belo convívio.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Queijo Suiço, lobby e Dakar
Nunca me dei ao trabalho de tentar perceber a utilidade dessa bela arte manual, que se humilha aos nossos pés, e que queima tempo, vagar, e jeito, … embora tendo uma disciplina de trabalhos manuais na telescola que abrangia a realização de um trabalho nesse campo, a tapeçaria. Nunca, porque não calhou. Conheço alguns modelos que sei identificar a olho nu, e por conhecimento de cultura geral, digamos: Arraiolos, Beiriz, Persa, Isfahan, de trapos (foi o que fiz na escola, e não terminei), artísticos, de lã, de ringue, de asfalto, de erva, de pétalas, de sisal, de palha, de capim, …
Em função de trabalho, desloquei-me a uma determinada empresa da zona, e ao percorrer os inevitáveis quilómetros de asfalto, eis que senão, me deparei com um novo tipo de tapete: o famoso suíço (alusão ao saboroso queijo alpino Suíço, que não tem nada a ver com a situação, a não ser a prestigiada forma). De um preto petróleo deslumbrante, de árduo trabalho manual, perícia de longos anos de passagem e engenho, rendilhado com figuras assimétricas, que proliferam astuciosamente escondidas pela … água … Sim! Água de tom mesclado, saturada de terra e brita, … Nunca fui á lua, satélite natural da Terra, embora sendo o sonho de qualquer criança, mas coloquei-me na altura precisa em que Neil Armstrong, olhou para a paisagem lunar, e certamente pensou: “Tanto buraco!”; ou quiçá um dos pilotos do “Rally Paris-Dakar”, ao enfrentar algumas das etapas do percurso, em solo africano: “Tanto buraco!”; … adiante. Qual prova de piloto de moto trial, que astuciosamente e estrategicamente, escolhe os melhores carreiros, passagens, pedras e pontos chave, para se equilibrar, com o objectivo de prosseguir e ganhar pontos, sem penalizações, assim eu me coloquei á cata de tentar passar e sobreviver ás crateras, e lagos daquele tapete suíço. Por acaso não houve penalizações, porque mudar um pneu á chuva, ou empenar uma jante, ou em ultimo caso escavacar a direcção, seria uma penalização que agradaria certamente a algumas entidades (alguém me disse existir uma ligação muito directa entre chuva, mecânicos, bate-chapas, seguradoras, autoridades e poder central: ou seja tipo um lobby). Penso eu estar preparado, definitivamente, com certificado utópico e tudo, para qualquer prova árdua de todo o terreno, tipo baja; mas prefiro manter-me pelas fases do BTT, com tudo a que tenho direito: lama, chuva, pó, buracos, … já estava a dissertar por outros single tracks.Espero que o tapete suíço, a curto prazo, seja resolvido; mas esse assunto, vai da vontade do lobby, para ver se a coisa está a lucrar ou não, ou melhor, se é preciso pedir mais chuva, e menos asfalto.
Em função de trabalho, desloquei-me a uma determinada empresa da zona, e ao percorrer os inevitáveis quilómetros de asfalto, eis que senão, me deparei com um novo tipo de tapete: o famoso suíço (alusão ao saboroso queijo alpino Suíço, que não tem nada a ver com a situação, a não ser a prestigiada forma). De um preto petróleo deslumbrante, de árduo trabalho manual, perícia de longos anos de passagem e engenho, rendilhado com figuras assimétricas, que proliferam astuciosamente escondidas pela … água … Sim! Água de tom mesclado, saturada de terra e brita, … Nunca fui á lua, satélite natural da Terra, embora sendo o sonho de qualquer criança, mas coloquei-me na altura precisa em que Neil Armstrong, olhou para a paisagem lunar, e certamente pensou: “Tanto buraco!”; ou quiçá um dos pilotos do “Rally Paris-Dakar”, ao enfrentar algumas das etapas do percurso, em solo africano: “Tanto buraco!”; … adiante. Qual prova de piloto de moto trial, que astuciosamente e estrategicamente, escolhe os melhores carreiros, passagens, pedras e pontos chave, para se equilibrar, com o objectivo de prosseguir e ganhar pontos, sem penalizações, assim eu me coloquei á cata de tentar passar e sobreviver ás crateras, e lagos daquele tapete suíço. Por acaso não houve penalizações, porque mudar um pneu á chuva, ou empenar uma jante, ou em ultimo caso escavacar a direcção, seria uma penalização que agradaria certamente a algumas entidades (alguém me disse existir uma ligação muito directa entre chuva, mecânicos, bate-chapas, seguradoras, autoridades e poder central: ou seja tipo um lobby). Penso eu estar preparado, definitivamente, com certificado utópico e tudo, para qualquer prova árdua de todo o terreno, tipo baja; mas prefiro manter-me pelas fases do BTT, com tudo a que tenho direito: lama, chuva, pó, buracos, … já estava a dissertar por outros single tracks.Espero que o tapete suíço, a curto prazo, seja resolvido; mas esse assunto, vai da vontade do lobby, para ver se a coisa está a lucrar ou não, ou melhor, se é preciso pedir mais chuva, e menos asfalto.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Recobro da inspiração...
O dia urge, … rodo o lápis entre os dedos, sentindo a trepidação hexagonal, … por onde começar, … tenho a cabeça cheia de nada e vazia de tudo, …coço com o tique de nervosismo a cabeça, … tem que ser algo que agarre da primeira á ultima página. Talvez seja melhor fazer como os outros, deixar um livro com páginas brancas, e cada um puxe pela moina, … mas nesse caso a história nunca iria ser minha, mas de quem a escrevesse, … afio o lápis pela quinta vez, talvez, e empurro as aparas para o balde do lixo, … pfffff. Ontem, enquanto tentava dormir, nasciam-me ideias como cogumelos, que me criavam insónias, … hoje, as prateleiras estão vazias, … que raio se passa comigo. Melhor parar um pouco, forrar o estômago com algo, para pausar, e depois atacar a inspiração: é uma estratégia… deixo agora as folhas e o lápis e depois logo se vê, …O frigorífico, continua despido e frio: uns lacticínios, umas frutas, um queijo; a porta com uns acepipes, e molhos, água, cerveja, … Aqueço água, numa azulada e pálida chama do fogão, … Verto água bem quente para uma caneca, com um saquinho de chá verde indefeso no fundo, que incha, e depois sangra a infusão mesclada na água, … o aroma empurra-me os olhos para o relógio de parede, que como capataz, não condescende á pena cronológica da vida. Já é tão tarde, …, e eu com tanto por fazer, … a janela embaciada esconde-me a rua… John Lee Hooker, enche a alma da sala, que esvoaça até á cozinha, … ritmicamente movo o pé ao som do “soul man of blues”, … uma golada quente, e sento-me, … mas depressa me dirijo ao mestre, interrompo retirando a agulha, o vinil, e escondo-o na sua capa, … dedilho um LP, … “Charles Mingus”, “Miles Davis”, “Charlie Parker”, … talvez menos jazz, mais actual e com classe: “Dave Groll” no seu “Foofighters”, com este “Skin and Bone”, que bela opção: a agulha recai sobre o vinil, abrindo com o tac-tac da energia estática, e entrando no fade in do bater de palmas e assobios, da assistência, … volto á folha, e ao lápis, … vamos ver o que sai, …
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